Antevisão AAC-FCP


E o árbitro nomeado para o AAC-FCP de próxima 4ª feira é o João "pode ser o João" Ferreira, parafraseando o presidente do Spor Lisboa e Benfica, Luís Filipe Vieira.


O 4º árbitro do jogo da Luz, que por sua indicação excluiu os jogadores Hulk e Sapunaru por tempo indeterminado foi escolhido pelo sr. Vitor Pereira para apitar o decisivo encontro do grupo A da Taça da Liga.


Há com cada coincidência..


Não deixa de ser um jogo para ganhar e assegurar o 1º lugar do grupo, de modo a jogar a meia-final em casa. Deve manter-se o regime de rotatividade no plantel, mas entendo que deve ser feito de um modo racional colocando peças "novas" ao lado das engrenagens mais oleadas (por exemplo um Maicon com Bruno Alves na defesa, um Prediguer e um Valeri com Raul Meireles)


O jogo será em Coimbra, amanhã pelas 19.00 e terá a transmissão da SportTv1.


O meu onze: Beto, Miguel Lopes, Alvaro Pereira, Bruno Alves e Nuno André Coelho; Prediguer, Valeri e Raul Meireles; Mariano Gonzalez, Farias e Rodriguez.



P.S: É com interesse que acompanho as declarações proferidas pelo presidente do FCP, que chama a atenção para um aspecto por muitos relativizado, o facto de os processos levantados contra o clube que mereceram a defesa pessoal do presidente portista, foram todos arquivados e o nome saiu limpo da justiça dos tribunais. Em relação à opção pela não defesa dos 6 pontos que foram retirados, sabe-se agora que injustamente dado que o processo chegou ao fim, sempre concordei com a decisão da estrutura do FCP - basta recordar que o ano passado o FCP não se teria sagrado tetracampeão com esses menos 6 pontos!


Referência também para o elogio público ao central titular do FCP e da Seleção Nacional que parece estar de pedra e cal no clube. Contudo, julgo que após esta sessão dupla de intervenções públicas se deverá afastar dos holofotes do mediatismo sob pena de ser mal interpretado por alguns sectores mais susceptíveis da opinião pública. Tem agora a "palavra" Jesualdo e a sua equipa em campo onde se esperam melhores exibições a curto prazo.


Sporting - Leixões: Já jogamos !



Na defesa,
Não passa nada !
Resolve tudo...
à cabeçada !
É o Tonel, É o Tonel !


É certo que foi só aos 89 min que através de Tonel mas, em Alvalade, a opinião que me ficou foi que este Sporting ao menos já joga à bola.

Poderão parecer espectativas demasiado baixas, mas depois do que já vi esta época o facto de o Sporting conseguir passar um jogo a construir jogadas de ataque sucessivas, ainda que não concretizadas.

Esta dificuldade em concretizar resulta de 2 jogadores:

Helder Postiga, que tenha toda a importância que tenha na construção de jogadas (?), isso não compensa as falhas sucessivas acertar na baliza. Para mais com Saleiro em fase de crescimento (se se mantiver há que tê-lo em atenção, mas só aí), Liedson e Djaló recuperados e Pongolle disponível (ou não...), não há lugar na equipa para Postiga. De facto já não havia há algum tempo, mas não havia mais ninguém para jogar.

Adrien, que confirmou a grande fase de Veloso, ao não consistir aliar a consistência defensiva que dá à equipa (?) com a construção de jogo que Veloso consegue. Moutinho também andou algo perdido, sendo que a certa altura era a Tonel a quem a equipa dava a bola para construir jogadas.

Por outro lado quem jogou bem... :

João Pereira, travestido de ex-jovem da Academia (leia-se cabelo escuro curto e uma atitude modesta) nã0 teve grande dificuldade em tirar o lugar a Abel, mas não conseguiu manter o disfarce durante o jogo todo, revelando hábitos antigos quando cavou uma falta ao pé da área do Leixões ou um dos amarelos... mas agora joga por nós, por isso rejubilemos !

Rui Patrício, que fez (apenas e só) 2 defesas. Ambas soberbas, garantindo os 3 pontos ao Sporting... a 2ª a cabeceamento de Pongolle...

Pongolle, não fez grande coisa. Mostrou que é rápido, num sprint contra um defesa do Leixões e que tem algum controlo de bola. Lesionou-se, dizem, o que permitirá a Saleiro jogar com Liedson no próximo jogo... e quando voltar ?



Isto promete !

De besta a bestial.. um acto de fé e esperança!



Domingo 10 de Janeiro, 19.15



Estádio do Dragão 15ª jornada



Espectadores: 24.209



F.C Porto: Helton, Miguel Lopes, Alvaro Pereira, Bruno Alves(Cap.) e Rolando; Fernando, Raul Meireles e Belluschi; Varela, Falcão e Rodriguez.

Substituições: Farías por Miguel Lopes (60min), Falcão por Mariano (85min) e Belluschi por Tomás Costa (86 min)

Resultado final: 3-2 (Falcão 14; Bruno Alves 36; Falcão 63 - Diego Gaúcho 32; Ronny 50)


O FCP entrava em campo com a consciência que os rivais directos haviam conquistado preciosos 3 pontos frente a equipas que estão a realizar um bom campeonato, grupo onde a equipa de Leiria também se inclui, e dada a diferença pontual não se poderia cometer um deslize.

Num país a tremer de frio e vestido de branco, foram os azuis-e-brancos os primeiros a aquecer a partida com uma sucessão de jogadas rápidas, rondando a baliza leiriense. Longe estariam os mais de 24.000 adeptos de pensar que o FCP lhes iriam também fazer ferver a paciência.
Decorridos 14 minutos, e após uma arrancada de Varela que começa no meio campo, ultrapassa uma série de jogadores até ser desarmado na grande área, a bola ressalta para Belluschi que remata para defesa do sérvio guarda-redes leiriense, sobrando a bola para o colombiano Falcão que,oportuno,abre o activo.

Foi então que recordei as palavras de Pinto da Costa a meio desta semana, prometendo a conquista do campeonato para dedicar ao grande José Maria Pedroto de quem o meu pai fala com saudade. O mote estava lançado e os jogadores pareciam ter entrado neste 2010 com a garra que, por tantas vezes, parece alheada por entre processos defensivos e transições rápidas apregoadas pelo treinador.

Ano Novo, velhos hábitos e a equipa recuou as linhas e consentiu um golo infantil com responsabilidades para a organização defensiva zonal com que o FCP aborda os lances, num pontapé livre directo cobrado por Ronny (o melhor jogador do Leiria nesta partida), daquelas faltas que só em Portugal se marcam.
Prontamente o Porto partiu para o ataque e num já clássico lance de canto cobrado na direita por Raúl Meireles Bruno Alves aparece à entrada da área e com uma potente cabeçada faz os adeptos saltar das cadeiras. Entretanto, chega o intervalo e estava confiante de que iriamos continuar na mesma toada de modo a assegurar os 3 pontos o mais rapidamente possível.

A 2ª parte joga-se num ritmo lento e desinteressante até ao lance que origina o golo da União de Leiria, num brinde da defensiva do Porto apenas justificável pelo frio que estava que deverá ter "congelado" um par de neurónios naquele flanco direito, permitindo a Ronny disferir um remate que acaba por trair Helton após um ressalto. (Quantos golos, mas sobretudo quantos pontos já não terão custado ao Porto estes golos em ressaltos e auto-golos este ano?)
Com o credo na boca mas com fé da dupla Fa-Fa em campo, que após 4 minutos juntos em campo, descobrem o caminho para o 3º golo. É inteligente o modo como se posiciona Falcão, e o oportunismo de no meio dos defesas leirienses demonstra clarividência suficiente para fazer o remate com que encerra o placar final.

Destaque óbvio para o momento do jogo, protagonizado por Ronny (no melhor pano cai a nódoa) que com a soberana oportunidade de golpear o Dragão com uma ferida que seria tanto injusta como dolorosa , desperdiça um penalti após infantilidade/azar de Fernando que toca com a mão na bola dentro da área. Mas para haver uma "besta", há sempre lugar a um "bestial" e esse lugar coube a Helton, que embora trouxesse a fama de ser bom entre os postes na marca dos 11 metros, julgo nunca antes ter defendido uma grande penalidade ao serviço do Porto. Pois encontrou um momento mais do que oportuno e que pos o estádio a gritar de alegria como se de um golo se tivesse tratado.

Assim se constroem grandes equipas, foi marcante o abraço que Bruno Alves deu ao seu guarda-redes e a injecção de moral que o plantel teve. Numa noite de emoções fortes, o que contam são os 3 pontos e a reaproximação à dupla que lidera o campeonato.


Embora não queira, vejo-me "forçado" a ter que me debruçar sobre a arbitragem e acredite o leitor que não me orgulho desse facto. Não gosto do tipo de arbitragem de Elmano Santos mas se a isso juntarmos ter invalidado 2 golos ao FCP, expulsa mal o guarda-redes do Leiria Djuricic e o Fernando(nem sempre é cartão amarelo quando se toca com a mão na bola), e ainda um sem número de interrupções que aniquilam o ritmo de jogo e dá 4 minutos de compensação na 2ª parte (o meu coração agradeceu esta última), não pode a bem da credibilidade do futebol arbitrar jogos da 1ª Liga durante uns tempos. Talvez lhe seja levantado um período de suspensão preventiva, e aqui seria bem mais fácil reunir as imagens e fundamentar a acusação.


Cumprimentos azuis-e-brancos,

José Vieira de Sousa


P.S: Este foi o meu primeiro post para o trio galáctico. Sou estudante na Universidade de Coimbra, mas natural do Porto e adepto do clube tetracampeão. Foi com grande orgulho que recebi e aceitei o convite da organização para participar neste projecto e tentarei trazer-vos a minha análise aos temas actuais e alguns artigos de ocasião quando o tempo assim o permitir sobre aquele que é o melhor clube português

O Jogo em que Jesus se Benzeu!

Estádio do Rio Ave FC, em Vila do Conde.
Árbitro: Bruno Paixão (AF Setúbal)

RIO AVE: Mora; José Gomes, Gaspar, Jeferson e Fábio Faria; André Vilas Boas, Wires (Adriano) e Vítor Gomes (Tarantini), Bruno Gama, Sidnei (Chidi) e João Tomás.
Treinador: Carlos Brito.

BENFICA: Quim; Maxi Pereira, Luisão, Miguel Vítor e César Peixoto; Javi Garcia, Ramires, Di María e Carlos Martins (Aimar); Cardozo e Saviola (Fábio Coentrão).
Treinador: Jorge Jesus.

Resultado Final: 0-1





Jorge Jesus havia dito que se tratava de um dos jogos mais complicados que o Benfica disputaria neste ano. Carlos Brito e os seus jogadores fizeram jus às palavras do Amadorense e tudo fizeram para tirar pontos ao Benfica.

O Rio Ave tem sido uma das, agradáveis, surpresas deste campeonato, o que pode ser explicado devido à grande consistência em casa – a formação do Rio Ave ainda não tinha perdido em casa.

O Benfica entrava para este jogo a três pontos do líder do campeonato e sabia que teria de jogar nos limites para levar de vencida o Rio Ave.

O jogo começou muito dividido, com o Rio Ave a fazer uma pressão fortíssima, sobre Javi Garcia e Carlos Martins, que dificultou sobremaneira as tentativas de construção de ataque da turma da Luz. Nesse trabalho de pressão e excelência posicional, destaque para o trio do meio campo vila-condense: Vitor Gomes, Wires e Vilas Boas. Este trio, para além de controlar completamente o meio campo do Benfica, conseguiu ajudar bastante o trabalho defensivo dos laterais, apagando do jogo Di Maria e Ramires.

A partir dos 30 minutos o Rio Ave assumiu o controlo do jogo e obrigou os jogadores do Benfica a errar, criando ainda uma excelente ocasião, após um erro de Maxi, desperdiçada por Sidnei.

No intervalo, acredito que Jorge Jesus (que se chegou a benzer durante a 1ª metade) tenha acordado os jogadores, que até então tinham sido uma nulidade.

A verdade é que o Benfica fez uma segunda parte muito inteligente. Marcou cedo e soube gerir a vantagem até ao final do jogo. Na segunda parte apareceram Saviola e Ramires que acabaram por mexer o ataque do Benfica e levar a equipa para a vitória.

Neste jogo, destaque para o tridente do meio campo do Rio Ave, pela excelente primeira parte, que de certo modo justificaram o porquê do Rio Ave ser uma das boas equipas deste campeonato.

Quanto ao árbitro, do fundo do meu tão propagado facciosismo, não vi erros de maiores. Contudo, destaco as seguintes situações:

- Sidnei cai na área do Benfica. Para mim não é penalti. É certo que Miguel Vitor tem a mão nas costas de Sidnei, mas não me pareceu motivo que levasse à queda do jogador do Rio Ave.

- O Canto que dá o golo. Na imagem (uma única repetição) vê-se que Di Maria é o ultimo a tocar na bola. A questão é se este o terá feito dentro ou fora das quatro linhas. A repetição não esclarece.

- Saviola simula penalti. Cartão amarelo que ficou por exibir ao Argentino.

- Livre Indirecto contra o Benfica. Erro do árbitro. Quim não agarrou a bola numa primeira instancia, facto que terá passado despercebido ao árbitro.


Concluíndo, pareceu-me (espero não ofender ninguém) uma vitória justa do Benfica, especialmente pela segunda parte que fez. Nota muito positiva para Carlos Brito e para os seus jogadores, que mostraram como para o Benfica sem recorrer ao célebre autocarro.

O Benfica dobra o campeonato em segundo lugar, em igualdade pontual com o (justíssimo) líder Braga. Aguardo o melhor Benfica para a segunda volta…

Força Benfica!

Cumprimentos

Fonte da imagem: www.abola.pt

Esclarecimento

Em virtude dos devaneios de alguns leitores deste blog que decidiram iniciar, de forma mais ou menos deliberada, uma espécie de ataque pessoal à minha forma de ver, viver e conviver com o futebol, relembro alguém extremamente inteligente:

“Eu digo-vos qual é o principal problema de ser do Benfica: é muito difícil ser grande. Dá muito trabalho ser um colosso. Um gigante está sempre tramado: se ganha, é um acaso normal a que ninguém liga; se perde, é uma catástrofe que todos assinalam. O leitor lembra-se da história de David e Golias? Vá lá buscar a Bíblia, que eu espero. Veja aí, no Livro de Samuel, se eu não tenho razão para simpatizar mais com o gigante do que com o pastor. Golias era um gigante fabuloso, imbatível. Ganhou, de certeza, inúmeros combates antes do que aí vem descrito. Que se saiba, só perdeu um. Pois é exactamente esse que vai parar ao maior best-seller de todos os tempos. Azar, não? Hoje percebemos que a luta era desigual e injusta para Golias. O maior adversário era o dele. Golias lutava contra o seu próprio medo (que, por ser o medo de um gigante, é igualmente gigante) e contra a História. David combatia apenas um simples gigante.”

Agora, três pontos que devem ser esclarecidos:

Só há uma pessoa, que lê atentamente este blog, que tem legitimidade para me dizer se estou ou não a ser inconveniente em algum dos meus comentários.

O triogalatico é um blog que opinião. Eu tenho a minha. Quem gosta, gosta…quem não gosta não é, de todo, obrigado a ler.


Não volto a responder a anónimos. Para mim, são meros infelizes que têm prazer em ser cobardes. A maioria, reconheço à primeira frase que escrevem ... Quando assinam, são anjos!
A vocês...




Cumprimentos

Benfica vs Nacional e a estória de um árbitro que queria ir ao Mundial!

Com um relvado em período de reabilitação, o Benfica defrontou o Nacional da Madeira num jogo a contar para a tão prestigiada Taça da Cerveja. Nas boas vindas ao novo ano, esperava-se um jogo disputado, aguerrido, no qual o Nacional procurava limpar a paupérrima imagem deixada no jogo do Campeonato.

Jorge Jesus, tal como tinha dito na conferência de imprensa que antecedeu o jogo, colocou a equipa mais forte, dentro dos possíveis, em campo. Para colmatar as ausências de Ramires, Aimar e Di Maria entraram Urreta, Carlos Martins e Fábio Coentrão, respectivamente.



O Nacional, entrou em campo com uma estratégia muito defensiva, com os blocos muito juntos e dois avançados muito rápidos, com o intuito de explorar esporadicamente o contra-ataque. Por outro lado, o Benfica entrou confiante e moldou os minutos iniciais do jogo à sua imagem, explorando muito bem os espaços concedidos pelos jogadores do Nacional.

Contudo, com o passar do tempo, o Benfica adormeceu e o jogo foi para o intervalo com um nulo no marcador.

A segunda parte começou com uma alteração, Weldon por César Peixoto, obrigando Fábio Coentrão a recuar para defesa esquerdo, posição que desempenhou muito bem no jogo do Campeonato contra o Nacional.
No jogo, mantinha-se o controlo absoluto por parte do Benfica, sendo que na segunda parte, Ruben Micael teve mais liberdade, suscitando uma melhor exibição da equipa da Madeira.

Depois de algumas oportunidades desperdiçadas para ambos os lados, entrou o capitão Nuno Gomes. Na primeira vez que tocou na bola, deu um toque sublime que isolou Saviola para o 1-0 que seria o resultado final.

Em termos de destaques, é imperativo falar de Luisão e de Saviola. Um intransponível e o outro a mostrar que é certamente um dos melhores jogadores do nosso campeonato. A continuarem assim, o mundo vai vê-los no Mundial.

Do lado do Nacional, destaca-se o tão idolatrado Ruben Micael. É claramente um jogador acima da média. Não duvido que pudesse ser uma excelente contratação para o Sporting, mas encaixava como uma luva no plantel azul e branco.

Pela negativa, destaque para o homem de negro. Olegário Benquerença mostrou em 90 minutos o que pode fazer um árbitro português que ambiciona estar no Mundial. Vejamos os casos do jogo:

1º Fora de Jogo assinalado a Rodrigo Silva:
Das duas uma, ou conta a posição dos pés dos dois jogadores, ou a posição do “eixo” dos dois jogadores. Eu sei qual é a resposta, mas deixo para os entendidos da SportTv.

2º Agressões de Luisão e Amuneke: Luisão pontapeia um jogador do Nacional (Vermelho por mostrar)… na sequencia da jogada Amuneke dá uma pancada com o braço na cabeça de Javi (Vermelho por mostrar). Jogada fantástica de Olegário, que podia ter sido evitada se tivesse marcado falta no inicio da jogada, sobre Luisão.

3º Penalti sobre Fábio Coentrão:
Muitas dúvidas neste lance. Patacas agarra o jogador do Benfica, que cai instantes depois. Para mim, ficou um penalti por assinalar.

4º Penalti de David Luiz:
Entrada intempestiva do defesa do Benfica. Apesar de tocar primeiro na bola, varreu o jogador do Nacional, ficando um penalti por assinalar.

Concluindo… O Benfica venceu com inteira justiça este jogo, já que foi a única equipa que tentou ganhar o jogo, dispôs das melhores oportunidades e teve só 72% de posse de bola. Um bom inicio da Taça da Cerveja, uma vitória importante para começar 2010!

Um Bom Ano a Todos!

Sporting - Braga : A Cantera Contra-Ataca !



Mais do que a exibição, que não pude avaliar completamente porque o sofá estava bastante acolhedor, ressalva-se desta vitória para a Taça da Liga a "resposta" da cantera às afirmações de Carvalhal a meio da semana...



Grande passe de Grimi e bom controlo e finalização de Saleiro, sem esquecer a movimentação de Postiga que desiquilibrou os centrais.

Põe-te a pau Pongolle !

E depois...



... exacto.

Já o disse umas quantas vezes esta época, mas esta vitória contra o líder da Liga dá-me toda uma outra certeza: A crise já foi !



(espero)


PS: De salientar que neste jogo voltou a ser usado um critério disciplinar inaugurado com Cardozo. Levar um sopapo dá amarelo, que o diga Adrien nos minutos finais do jogo.
 
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