De besta a bestial.. um acto de fé e esperança!



Domingo 10 de Janeiro, 19.15



Estádio do Dragão 15ª jornada



Espectadores: 24.209



F.C Porto: Helton, Miguel Lopes, Alvaro Pereira, Bruno Alves(Cap.) e Rolando; Fernando, Raul Meireles e Belluschi; Varela, Falcão e Rodriguez.

Substituições: Farías por Miguel Lopes (60min), Falcão por Mariano (85min) e Belluschi por Tomás Costa (86 min)

Resultado final: 3-2 (Falcão 14; Bruno Alves 36; Falcão 63 - Diego Gaúcho 32; Ronny 50)


O FCP entrava em campo com a consciência que os rivais directos haviam conquistado preciosos 3 pontos frente a equipas que estão a realizar um bom campeonato, grupo onde a equipa de Leiria também se inclui, e dada a diferença pontual não se poderia cometer um deslize.

Num país a tremer de frio e vestido de branco, foram os azuis-e-brancos os primeiros a aquecer a partida com uma sucessão de jogadas rápidas, rondando a baliza leiriense. Longe estariam os mais de 24.000 adeptos de pensar que o FCP lhes iriam também fazer ferver a paciência.
Decorridos 14 minutos, e após uma arrancada de Varela que começa no meio campo, ultrapassa uma série de jogadores até ser desarmado na grande área, a bola ressalta para Belluschi que remata para defesa do sérvio guarda-redes leiriense, sobrando a bola para o colombiano Falcão que,oportuno,abre o activo.

Foi então que recordei as palavras de Pinto da Costa a meio desta semana, prometendo a conquista do campeonato para dedicar ao grande José Maria Pedroto de quem o meu pai fala com saudade. O mote estava lançado e os jogadores pareciam ter entrado neste 2010 com a garra que, por tantas vezes, parece alheada por entre processos defensivos e transições rápidas apregoadas pelo treinador.

Ano Novo, velhos hábitos e a equipa recuou as linhas e consentiu um golo infantil com responsabilidades para a organização defensiva zonal com que o FCP aborda os lances, num pontapé livre directo cobrado por Ronny (o melhor jogador do Leiria nesta partida), daquelas faltas que só em Portugal se marcam.
Prontamente o Porto partiu para o ataque e num já clássico lance de canto cobrado na direita por Raúl Meireles Bruno Alves aparece à entrada da área e com uma potente cabeçada faz os adeptos saltar das cadeiras. Entretanto, chega o intervalo e estava confiante de que iriamos continuar na mesma toada de modo a assegurar os 3 pontos o mais rapidamente possível.

A 2ª parte joga-se num ritmo lento e desinteressante até ao lance que origina o golo da União de Leiria, num brinde da defensiva do Porto apenas justificável pelo frio que estava que deverá ter "congelado" um par de neurónios naquele flanco direito, permitindo a Ronny disferir um remate que acaba por trair Helton após um ressalto. (Quantos golos, mas sobretudo quantos pontos já não terão custado ao Porto estes golos em ressaltos e auto-golos este ano?)
Com o credo na boca mas com fé da dupla Fa-Fa em campo, que após 4 minutos juntos em campo, descobrem o caminho para o 3º golo. É inteligente o modo como se posiciona Falcão, e o oportunismo de no meio dos defesas leirienses demonstra clarividência suficiente para fazer o remate com que encerra o placar final.

Destaque óbvio para o momento do jogo, protagonizado por Ronny (no melhor pano cai a nódoa) que com a soberana oportunidade de golpear o Dragão com uma ferida que seria tanto injusta como dolorosa , desperdiça um penalti após infantilidade/azar de Fernando que toca com a mão na bola dentro da área. Mas para haver uma "besta", há sempre lugar a um "bestial" e esse lugar coube a Helton, que embora trouxesse a fama de ser bom entre os postes na marca dos 11 metros, julgo nunca antes ter defendido uma grande penalidade ao serviço do Porto. Pois encontrou um momento mais do que oportuno e que pos o estádio a gritar de alegria como se de um golo se tivesse tratado.

Assim se constroem grandes equipas, foi marcante o abraço que Bruno Alves deu ao seu guarda-redes e a injecção de moral que o plantel teve. Numa noite de emoções fortes, o que contam são os 3 pontos e a reaproximação à dupla que lidera o campeonato.


Embora não queira, vejo-me "forçado" a ter que me debruçar sobre a arbitragem e acredite o leitor que não me orgulho desse facto. Não gosto do tipo de arbitragem de Elmano Santos mas se a isso juntarmos ter invalidado 2 golos ao FCP, expulsa mal o guarda-redes do Leiria Djuricic e o Fernando(nem sempre é cartão amarelo quando se toca com a mão na bola), e ainda um sem número de interrupções que aniquilam o ritmo de jogo e dá 4 minutos de compensação na 2ª parte (o meu coração agradeceu esta última), não pode a bem da credibilidade do futebol arbitrar jogos da 1ª Liga durante uns tempos. Talvez lhe seja levantado um período de suspensão preventiva, e aqui seria bem mais fácil reunir as imagens e fundamentar a acusação.


Cumprimentos azuis-e-brancos,

José Vieira de Sousa


P.S: Este foi o meu primeiro post para o trio galáctico. Sou estudante na Universidade de Coimbra, mas natural do Porto e adepto do clube tetracampeão. Foi com grande orgulho que recebi e aceitei o convite da organização para participar neste projecto e tentarei trazer-vos a minha análise aos temas actuais e alguns artigos de ocasião quando o tempo assim o permitir sobre aquele que é o melhor clube português

O Jogo em que Jesus se Benzeu!

Estádio do Rio Ave FC, em Vila do Conde.
Árbitro: Bruno Paixão (AF Setúbal)

RIO AVE: Mora; José Gomes, Gaspar, Jeferson e Fábio Faria; André Vilas Boas, Wires (Adriano) e Vítor Gomes (Tarantini), Bruno Gama, Sidnei (Chidi) e João Tomás.
Treinador: Carlos Brito.

BENFICA: Quim; Maxi Pereira, Luisão, Miguel Vítor e César Peixoto; Javi Garcia, Ramires, Di María e Carlos Martins (Aimar); Cardozo e Saviola (Fábio Coentrão).
Treinador: Jorge Jesus.

Resultado Final: 0-1





Jorge Jesus havia dito que se tratava de um dos jogos mais complicados que o Benfica disputaria neste ano. Carlos Brito e os seus jogadores fizeram jus às palavras do Amadorense e tudo fizeram para tirar pontos ao Benfica.

O Rio Ave tem sido uma das, agradáveis, surpresas deste campeonato, o que pode ser explicado devido à grande consistência em casa – a formação do Rio Ave ainda não tinha perdido em casa.

O Benfica entrava para este jogo a três pontos do líder do campeonato e sabia que teria de jogar nos limites para levar de vencida o Rio Ave.

O jogo começou muito dividido, com o Rio Ave a fazer uma pressão fortíssima, sobre Javi Garcia e Carlos Martins, que dificultou sobremaneira as tentativas de construção de ataque da turma da Luz. Nesse trabalho de pressão e excelência posicional, destaque para o trio do meio campo vila-condense: Vitor Gomes, Wires e Vilas Boas. Este trio, para além de controlar completamente o meio campo do Benfica, conseguiu ajudar bastante o trabalho defensivo dos laterais, apagando do jogo Di Maria e Ramires.

A partir dos 30 minutos o Rio Ave assumiu o controlo do jogo e obrigou os jogadores do Benfica a errar, criando ainda uma excelente ocasião, após um erro de Maxi, desperdiçada por Sidnei.

No intervalo, acredito que Jorge Jesus (que se chegou a benzer durante a 1ª metade) tenha acordado os jogadores, que até então tinham sido uma nulidade.

A verdade é que o Benfica fez uma segunda parte muito inteligente. Marcou cedo e soube gerir a vantagem até ao final do jogo. Na segunda parte apareceram Saviola e Ramires que acabaram por mexer o ataque do Benfica e levar a equipa para a vitória.

Neste jogo, destaque para o tridente do meio campo do Rio Ave, pela excelente primeira parte, que de certo modo justificaram o porquê do Rio Ave ser uma das boas equipas deste campeonato.

Quanto ao árbitro, do fundo do meu tão propagado facciosismo, não vi erros de maiores. Contudo, destaco as seguintes situações:

- Sidnei cai na área do Benfica. Para mim não é penalti. É certo que Miguel Vitor tem a mão nas costas de Sidnei, mas não me pareceu motivo que levasse à queda do jogador do Rio Ave.

- O Canto que dá o golo. Na imagem (uma única repetição) vê-se que Di Maria é o ultimo a tocar na bola. A questão é se este o terá feito dentro ou fora das quatro linhas. A repetição não esclarece.

- Saviola simula penalti. Cartão amarelo que ficou por exibir ao Argentino.

- Livre Indirecto contra o Benfica. Erro do árbitro. Quim não agarrou a bola numa primeira instancia, facto que terá passado despercebido ao árbitro.


Concluíndo, pareceu-me (espero não ofender ninguém) uma vitória justa do Benfica, especialmente pela segunda parte que fez. Nota muito positiva para Carlos Brito e para os seus jogadores, que mostraram como para o Benfica sem recorrer ao célebre autocarro.

O Benfica dobra o campeonato em segundo lugar, em igualdade pontual com o (justíssimo) líder Braga. Aguardo o melhor Benfica para a segunda volta…

Força Benfica!

Cumprimentos

Fonte da imagem: www.abola.pt

Esclarecimento

Em virtude dos devaneios de alguns leitores deste blog que decidiram iniciar, de forma mais ou menos deliberada, uma espécie de ataque pessoal à minha forma de ver, viver e conviver com o futebol, relembro alguém extremamente inteligente:

“Eu digo-vos qual é o principal problema de ser do Benfica: é muito difícil ser grande. Dá muito trabalho ser um colosso. Um gigante está sempre tramado: se ganha, é um acaso normal a que ninguém liga; se perde, é uma catástrofe que todos assinalam. O leitor lembra-se da história de David e Golias? Vá lá buscar a Bíblia, que eu espero. Veja aí, no Livro de Samuel, se eu não tenho razão para simpatizar mais com o gigante do que com o pastor. Golias era um gigante fabuloso, imbatível. Ganhou, de certeza, inúmeros combates antes do que aí vem descrito. Que se saiba, só perdeu um. Pois é exactamente esse que vai parar ao maior best-seller de todos os tempos. Azar, não? Hoje percebemos que a luta era desigual e injusta para Golias. O maior adversário era o dele. Golias lutava contra o seu próprio medo (que, por ser o medo de um gigante, é igualmente gigante) e contra a História. David combatia apenas um simples gigante.”

Agora, três pontos que devem ser esclarecidos:

Só há uma pessoa, que lê atentamente este blog, que tem legitimidade para me dizer se estou ou não a ser inconveniente em algum dos meus comentários.

O triogalatico é um blog que opinião. Eu tenho a minha. Quem gosta, gosta…quem não gosta não é, de todo, obrigado a ler.


Não volto a responder a anónimos. Para mim, são meros infelizes que têm prazer em ser cobardes. A maioria, reconheço à primeira frase que escrevem ... Quando assinam, são anjos!
A vocês...




Cumprimentos

Benfica vs Nacional e a estória de um árbitro que queria ir ao Mundial!

Com um relvado em período de reabilitação, o Benfica defrontou o Nacional da Madeira num jogo a contar para a tão prestigiada Taça da Cerveja. Nas boas vindas ao novo ano, esperava-se um jogo disputado, aguerrido, no qual o Nacional procurava limpar a paupérrima imagem deixada no jogo do Campeonato.

Jorge Jesus, tal como tinha dito na conferência de imprensa que antecedeu o jogo, colocou a equipa mais forte, dentro dos possíveis, em campo. Para colmatar as ausências de Ramires, Aimar e Di Maria entraram Urreta, Carlos Martins e Fábio Coentrão, respectivamente.



O Nacional, entrou em campo com uma estratégia muito defensiva, com os blocos muito juntos e dois avançados muito rápidos, com o intuito de explorar esporadicamente o contra-ataque. Por outro lado, o Benfica entrou confiante e moldou os minutos iniciais do jogo à sua imagem, explorando muito bem os espaços concedidos pelos jogadores do Nacional.

Contudo, com o passar do tempo, o Benfica adormeceu e o jogo foi para o intervalo com um nulo no marcador.

A segunda parte começou com uma alteração, Weldon por César Peixoto, obrigando Fábio Coentrão a recuar para defesa esquerdo, posição que desempenhou muito bem no jogo do Campeonato contra o Nacional.
No jogo, mantinha-se o controlo absoluto por parte do Benfica, sendo que na segunda parte, Ruben Micael teve mais liberdade, suscitando uma melhor exibição da equipa da Madeira.

Depois de algumas oportunidades desperdiçadas para ambos os lados, entrou o capitão Nuno Gomes. Na primeira vez que tocou na bola, deu um toque sublime que isolou Saviola para o 1-0 que seria o resultado final.

Em termos de destaques, é imperativo falar de Luisão e de Saviola. Um intransponível e o outro a mostrar que é certamente um dos melhores jogadores do nosso campeonato. A continuarem assim, o mundo vai vê-los no Mundial.

Do lado do Nacional, destaca-se o tão idolatrado Ruben Micael. É claramente um jogador acima da média. Não duvido que pudesse ser uma excelente contratação para o Sporting, mas encaixava como uma luva no plantel azul e branco.

Pela negativa, destaque para o homem de negro. Olegário Benquerença mostrou em 90 minutos o que pode fazer um árbitro português que ambiciona estar no Mundial. Vejamos os casos do jogo:

1º Fora de Jogo assinalado a Rodrigo Silva:
Das duas uma, ou conta a posição dos pés dos dois jogadores, ou a posição do “eixo” dos dois jogadores. Eu sei qual é a resposta, mas deixo para os entendidos da SportTv.

2º Agressões de Luisão e Amuneke: Luisão pontapeia um jogador do Nacional (Vermelho por mostrar)… na sequencia da jogada Amuneke dá uma pancada com o braço na cabeça de Javi (Vermelho por mostrar). Jogada fantástica de Olegário, que podia ter sido evitada se tivesse marcado falta no inicio da jogada, sobre Luisão.

3º Penalti sobre Fábio Coentrão:
Muitas dúvidas neste lance. Patacas agarra o jogador do Benfica, que cai instantes depois. Para mim, ficou um penalti por assinalar.

4º Penalti de David Luiz:
Entrada intempestiva do defesa do Benfica. Apesar de tocar primeiro na bola, varreu o jogador do Nacional, ficando um penalti por assinalar.

Concluindo… O Benfica venceu com inteira justiça este jogo, já que foi a única equipa que tentou ganhar o jogo, dispôs das melhores oportunidades e teve só 72% de posse de bola. Um bom inicio da Taça da Cerveja, uma vitória importante para começar 2010!

Um Bom Ano a Todos!

Sporting - Braga : A Cantera Contra-Ataca !



Mais do que a exibição, que não pude avaliar completamente porque o sofá estava bastante acolhedor, ressalva-se desta vitória para a Taça da Liga a "resposta" da cantera às afirmações de Carvalhal a meio da semana...



Grande passe de Grimi e bom controlo e finalização de Saleiro, sem esquecer a movimentação de Postiga que desiquilibrou os centrais.

Põe-te a pau Pongolle !

E depois...



... exacto.

Já o disse umas quantas vezes esta época, mas esta vitória contra o líder da Liga dá-me toda uma outra certeza: A crise já foi !



(espero)


PS: De salientar que neste jogo voltou a ser usado um critério disciplinar inaugurado com Cardozo. Levar um sopapo dá amarelo, que o diga Adrien nos minutos finais do jogo.

Os três grandes e o mercado de Inverno

Com o aproximar do novo ano, surge um dos momentos da época mais desejados por toda a imprensa desportiva – o mercado de Inverno.

Neste artigo, como estamos numa época festiva, comprometo-me a vestir a pele dos adeptos do Sporting e Porto (não vale rir) e dar ainda a minha opinião enquanto Benfiquista, sobre os reajustes que considero apropriados nas três equipas.

Confesso que não sou adepto do mercado de Inverno e dispenso grandes mudanças, seja qual for a situação, no meu clube.

O Futebol Clube do Porto continua bem inserido na luta pelo título. Quanto a mim, continua a ser o principal favorito e o seu plantel não precisa de grandes reforços.

Contudo, ao analisar o plantel azul e branco, deparo-me com alguns corpos estranhos:


Prediger e Valeri: Acredito que sejam senhores com um potencial imenso, contudo parece que Jesualdo não conta muito com eles. São ou não uma aposta?


Tomas Costa: O ano passado era regularmente utilizado. Este ano, com a saída de Lucho, perspectivava-se um ano bom para Tomás Costa…mas parece que desapareceu do plantel?!

Perante estas dúvidas, considero que Porto, dono e senhor de um 4x3x3 bem estruturado, encontra-se debilitado em 2 ou 3 posições:

1º Quem substitui Fernando?

A resposta tem sido, ora Raul Meireles ora Guarin, mas nenhum deles com a qualidade do brasileiro. Não estaria Pedro Mendes a ver com bons olhos uma mudança de azul e branco. Não será este jogador capaz de desempenhar no Porto as funções que desempenha na selecção?

2º Quem organiza o futebol do Porto?

Tem sido Bellushi. Um número 10 que me parece excelente, porém acho que o Porto não está habituado a jogar com um 10 típico. Não seria mais viável um Ruben Micael ou uma aposta no regresso de Castro, que são jogadores mais semelhantes a Lucho e ao organizador de jogo a que o Porto está habituado?

3º Mariano não merece um substituto?

Não considero Mariano um mau jogador. Parece-me bastante trabalhador e esforça-se bastante…contudo, é certo e sabido que não caiu nas boas graças dos adeptos do Porto. Duas alternativas: Ukra (o regresso) ou Kleber do Cruzeiro, que apesar de ter características completamente diferentes de Mariano, é um jogador que pode desempenhar funções muito semelhantes às de Hulk.



Quanto ao Sporting, apesar de concordar com Jorge Jesus, considero que a época do Sporting ainda não acabou (há três taças para ganhar) e há muito, mas mesmo muito a melhorar.

João Pereira já foi contratado. Esta contratação pode trazer tanto de bom como de mau. É certo e sabido que JP é 300 vezes melhor que Abel e Peitadas Silva juntos, mas também se sabe que os laterais têm a mania de acusar em demasia a pressão…e mania não falta a João Pereira. Outra questão, é o ódio que JP sente pelo clube de Alvalade. Está perdoado Vasco? Está mesmo Fox?

Quanto a mim, há muitas mais lacunas no plantel do Sporting, que têm de ser rapidamente colmatadas.

1º Falta um lateral esquerdo.

O Braga tem por lá um dos melhores da liga. Alternativas? Rodrigo Alvim, que pode ser bastante barato…. E Fábio Faria que viria corrigir dois problemas no plantel do Sporting (lateral e central).

2º Falta um Central

As apostas poderiam ser: Fábio Faria do Rio Ave, Sereno do Vitória de Guimarães, ou Gustavo também do Vitória. (Não vou colocar o Zoro como opção para não pensarem que é uma provocação – mas a verdade é que Zoro é melhor que Tonel e (este) Polga juntos).

3º Um Avançado

Este é um problema com o qual os dirigentes do Sporting se têm deparado: encontrar o parceiro ideal para Liedson. Makukula seria a opção ideal, mas o Sporting não tem 40 milhões para pagar ao Benfica a clausula (brincadeira).

Opções? Bábá, do Marítimo – é jovem, barato, grande e marca golos. Diego Tardelli – Caro, mas muito bom. Melhor opção: Wellington Paulista, do Cruzeiro, parece-me um parceiro ideal para Liedson (mas já sei que me vão dizer que não presta).

4º Joker

Esta era uma contratação desnecessária, mas serviria para levar gente aos jogos: Conca!

Jogadores a dispensar: Pedro Silva, André Marques, Saleiro e Yannick;



Por fim, o Benfica!

Como disse não gosto de grandes mudanças em Dezembro e não me parece que o Benfica precise. Porém, deixo aqui a minha lista de pedidos ao Pai Natal:

Dispensar:

- Luís Filipe: Eu sei que tem piada meter o rapaz a jogar, para se dizer que ganhámos ao Porto com o Luís Filipe…mas já chega.

- Keirrison: Não tenho qualquer dúvida que será um jogador brilhante. Contudo, não concordo que o Benfica seja a montra do Barcelona e que sirva para adaptar jogadores à Europa. Apostemos nos nossos jogadores.

- Jorge Ribeiro (ofereçam-no ao Sporting) e Balboa.

Emprestar (porque precisam de jogar muito):

- Felipe Bastos

- Miguel Vítor

- Urreta (Provavelmente não será necessário…)

Vender: NINGUÉM!

Contratações:

Considero que há 2 problemas no plantel do Benfica:


- Alternativa a Javi Garcia

Parece que vem o Airton e que o maisfutebol já está a unir esforços para dar um rótulo ao miúdo.


- Alternativa a Maxi Pereira

Não se fala em ninguém, mas parece-me uma posição que precisa de alguém! Gostava que fosse alguém não Brasileiro, mas o único jogador que me vem à cabeça é Jonathan do cruzeiro.


- Alan Kardec parece que já está confirmado. Duas observações:

1º Pelo que vi no Mundial de Sub-20 é exímio de cabeça;

2º É um zero à esquerda tecnicamente. Exige-se paciência ao 3º Anel! Paciência!



Gostaria agora de conhecer as vossas opiniões e sugestões para os vossos clubes. Venham de lá esses boatos!

Cumprimentos e um Feliz Natal a todos!

Benfica vs Porto: Só deu Benfica!

Desde o inicio da época que todo o plantel do FCP tem mostrado a mais completa indiferença em relação aos jogos do Benfica. Quando questionados em relação ao futebol praticado pela equipa da Luz, os jogadores do Porto dizem: “Não vemos os jogos…”. Até o maior patrocinador do clube fez questão de lançar uma primeira página com o seguinte título: “Benfica Quê?”

Conclusão…Deviam ter visto os jogos! É normal estudar o adversário… Azar!

Durante esta semana, face às lesões e castigos que atormentaram os jogadores do Benfica, a chama dos adeptos acalmou…e em sentido inverso cresceu o ânimo das hostes portistas. Muitos notáveis do clube do dragão vieram a público com declarações como:

“O Fim-de-semana do Benfica vai ser um Inferno” por João Marçal

“É impossível o Benfica vencer o Porto” por Pedro Marques Lopes

“O Porto está muito melhor que o Benfica” por Pedro Emanuel

“Será uma lição de humildade” por Pinto da Costa

E é exactamente por esta última afirmação que eu vou começar a análise a este jogo… Lição de Humildade!

Como é lindo ver o estádio da Luz em dia de festa. Como é lindo ver um estádio pintado de vermelho a gritar em uníssono pelo MAIOR DE PORTUGAL! É lindo, simples, mas não está ao alcance de todos.




“Não vivo do passado, não vivo de recordações, não vivo da história…Vivo sim da vontade de querer fazer história.”

O Benfica de hoje foi vontade, raça, querer e ambição! Mostrou ao actual campeão que tudo fará para impedir o penta. Os jogadores foram humildes. Respeitaram o adversário… e retribuíram aos adeptos todo o apoio que lhes tem sido dado.

O Benfica entrou em campo, com algumas limitações no 11 titular, ao ataque e a mostrar que quer fazer valer, no estádio da Luz, o conhecido lema “Em casa mandamos nós”. Foi com inteira justiça que o Benfica chegou ao 1-0 por intermédio de Saviola.

O Porto tentou reagir, mas os jogadores do Benfica estavam em fúria e faziam um pressão exemplar a todo o campo, impedido de forma muito eficaz o futebol do Porto.

O intervalo chegou com o Benfica em vantagem no marcador. Justa. Justíssima. Para além da chuva, os jogadores do Porto levaram um banho extra… um banho de bola!


A segunda parte começou igual. Benfica dono e senhor do jogo, a jogar o que era preciso. Alguns minutos depois, o Porto equilibrou e deu a entender que poderia entrar em jogo…até Jorge Jesus mexer na equipa. Depois disso…o Porto limitou-se a chutar a bola para a frente, onde estava um miúdo engripado a dizer que, futuramente, será dos melhores do mundo.

O jogo acabou com o Benfica por cima, a dominar todos os aspectos do jogo. O Porto sai da Luz com uma bela lição de futebol na bagagem. Que a viagem até ao Porto sirva para tentar descansar, já que a viagem à capital, foi um Inferno!

Parabéns, e muito obrigado, a toda a equipa técnica do Benfica e a todos os adeptos que estiveram presentes na Luz. Isto é Benfica!

“Construam paredes, subam degrau a degrau e o céu será por nós conquistado…mesmo que caiam dez vezes, estarei cá para ajudar a levantar-te, para erguer um monstro que está adormecido à tempo demais”

“Vivam cada jogo como se fosse o último, e amem tanto como eu a camisola que trago vestida eternamente… aquela que eu sei que nunca me faltará, aquela que eu sei que me faz viver…”

Força Benfica!

Esta vitória não serve para calar aqueles que desdenharam, gozaram, fizeram troça e achincalharam. Esta vitória é para os Benfiquistas!

 
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